Apresentação do Presépio Vivo emociona espectadores da Praça do Feijão.

Nesta época do ano é comum encontrar diferentes presépios que retratam o nascimento de Cristo, para reafirmar esta tradição, ocorreu na noite deste domingo, 21/12  uma nova edição da  apresentação do “Presépio Vivo”, com a encenação do  nascimento do Menino Jesus feito por membros da Fundação Joaquim Dias Guimarães. O evento fez parte da programação dos festejos natalinos organizado pela Prefeitura Municipal de Guanambi no Presépio armado na Praça do Feijão. Antes do início, foi feito uma homenagem ao professor Celito Brito, dedicando ao saudoso professor, a apresentação deste ano. Ao iniciar, os atores deram uma volta na árvore de natal armada na praça, mulheres vestidas de branco abriam o caminho segurando palhas de coqueiro, crianças vestidas de anjo, dois pastores com uma ovelha, e os três Reis Magos acompanhavam o cortejo, ao tempo que populares presentes atentamente seguiam a apresentação. Ao chegar em frente ao presépio, o casal de atores vestidos de Maria e José, receberam das mãos de uma mãe, uma criança recém nascida, momento que as palhas se fechavam nas laterais, formando um presépio natural. 

Este é o 20º ano do projeto, que iniciou em 1995, cumprido e fortalecendo uma tradição reavivada a cada ano. “Foi uma emoção muito forte quando presenciamos a encenação do presépio vivo, no momento em que a criancinha foi posta na manjedoura, a fé e a energia do momento tomaram a todos nós”, disse a professora Maristela Teixeira, Secretária Municipal de Educação. Diversos componentes da Fundação Joaquim Dias frisaram da importância da apresentação para o fortalecimento da fé cristã e do verdadeiro sentido da celebração natalina, a presidente da fundação, professora Nice Amaral agradeceu pelo apoio da prefeitura em propiciar mais um ano a apresentação. “Neste Natal iremos celebrar a união entre os povos e as nações, a religião deve servir para unir os povos e não separar, estamos vivenciando o exemplo do Papa Francisco, que colaborou para a aproximação de Cuba e EUA”, disse a professora Helena Amaral, membro da fundação. 

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